Diário – Apometria

Há algum tempo estou com os sonhos em baixa. Fico tentando entender o que acontece.

Mas nesta semana passei por uma sessão de apometria. Fui procurar ajuda para poder decidir minha vida, porque, mesmo nesta altura do campeonato, e como sempre fui, desde que me recordo, continuo sem saber se caso ou compro uma moto.

Meu desejo era: começar a decidir! E também me rodear de pessoas que me respeitassem. Principalmente em relações mais íntimas.

Foram cerca de 3 horas estranhas de tratamento. Sensações de estar realmente “acompanhada” de muita energia adversa e alheia a mim mesma. Em uma das 3 fases do tratamento, cheguei a visualizar um dos meus acompanhantes. Era um preto velho, risonho, com ares de brincalhão. Ele se retirou rindo muito.

Na fase do relaxamento fui viajar em outros mundos. Mas não me lembro de nada.Entre uma e outra etapa senti frio, calafrios e um peso enorme. Uma vontade desesperada de deitar, já que as duas primeiras fases foram sentadas. Após me deitar e relaxar, saí da sessão pisando em nuvens. Leve. Com muitos quilos a menos na aura.

Senti um pouco mais de confiança. Meus sonhos foram embora, ou pelo que sei, não me recordo deles.

Lembro-me que sonhei esta semana com um amigo antigo. Foi uma longa história, e boa história no sonho. Lembro – me de estar feliz no sonho. Mas não consigo me lembrar de nada. Bloqueio.

Será que “meus amigos” me davam uma mãozinha pelo mundo de morfeu? Eu havia até esquecido do blog.

Mas creio que não. Talvez esta fase seja anterior à apometria. Talvez ela tenha começado com um sonho pesado. Em dezembro. Ela começou quando andei, nesse grande sonho, por lugares não muito confiáveis, com pessoas menos confiáveis. Bem que eu vi “the shadows” sobre meu “amigo”. Eu não quis acreditar. Mas vi nitidamente seres escuros pairando sobre ele. E esse meu “amigo” demonstra bem esse estado. Se eu não consigo me decidir, ele nem ao menos reconhece suas dúvidas. E muito menos suas atitudes. Muita busca de si mesmo em lugares onde ele nunca vai se encontrar. Não devemos brincar com a lei do retorno. E nesse grande sonho é o que ele fez e faz. E ele confessou logo de cara que não achava boa essa sua vida de andarilho, reconheceu que magoava as pessoas.

Mas esse grande pesadelo foi também mais um caminho de cura pra mim. Um sonho estranho, com elementos de realidade e de extrema percepção. Eu vi tudo, eu senti tudo. Eu ainda continuo vendo e sentindo como em sonho.

E estamos aqui: alheia aos meus sonhos, com este sonho confuso na memória, ora não sei se sonhei que passei por tudo aquilo, ou se vivi realmente esta experiência. Whatever. Seja o que for.
E para a demanda que a terapeuta me incumbiu de pedir ao Universo, ou a Deus, algo específico pra mim diariamente, peço que este sonho ruim se apague, que eu volte a sonhar, a escrever sobre todos meus sonhos, que eu consiga me decidir, porque para pedir e concretizar, precisamos primeiro ter clareza do que desejamos.
E acho que me rodear de pessoas que me respeitem eu tenho conseguido. Prova disso é eu não me lembrar de alguns sonhos. Ou não?
Encontro vocês no próximo sonho!

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