A borboleta e o TAO

janeiro 11, 2011 brybru

A velha questão chinesa: “Será que sou uma pessoa que sonhou ser uma borboleta ou uma borboleta que está sonhando em ser uma pessoa?”
O TAO quando manifestado se polariza: dia e noite, amor e ódio, homem e mulher, bem e mal. Relidade e Astral.
Os sonhos ocorrem no Astral, mas não deixam de, em nenhum momento, serem parte do todo, um dos pólos de percepção do Ser.
E nesta percepção da realidade é que trago meu relato hoje.
Sou uma buscadora. Sempre em busca de respostas para grandes e pequenas questões da vida. Ontem mesmo, por conta de um faniquito, chamei dois amigos para me ajudar. Relembrei de fatos passados e de possibilidades futuras. Sem dar ouvido ao que as Runas diziam:
“Focalizando o PASSADO deixa-se de viver um PRESENTE verdadeiro.”
E, depois de passado o drama, resolvi dar atenção ao recado das runas. E perguntei ao Tarot quais as questões a serem meditadas. Pensamentos a serem deixados fluir. Recados do inconsciente. E duas grandes Damas me vieram ao auxílio.
A primeira, a Dama de Paus. Mulher água de fogo , que equilibra e disponibiliza sua energia para o bem de todos. Procede! Momento de resgate da Energia Vital, aquela que quando desordenada apaga postes, queima lâmpadas e provoca blackouts em cidades inteiras. Esta é a mulher que se supera ao resgatar sua energia vital e direcionando-a segundo as suas emoções. Enfrentando os obstáculos com firmeza e decisão. Ela consegue viver a vida como quer!
A segunda Dama, a Rainha de espadas, mulher água de ar. Com sua espada corta energéticamente a cabeça de velhos padrões autoritários e machistas que governam algumas sociedades. É aquela mulher que se encontra em mudança de formas de pensar e de sentir. Questionando suas relações, rebelando-se contra o “establishement” masculino. Necessita de espaço e liberdade para expressar seus desejos e emoções
. Procede!
Pois é…O meu grande sonho da realidade de ser desejada e abraçada, que me leva a estes faniquitos, tem sua interpretação desvelada.
E para completar, deixando o que passou no mundo das memórias e trazendo minha alma para o presente, cito Tolle:
“O Amor é um estado de ser. Não está do lado de fora. Está bem dentro de nós. Não temos como perdê-lo e ele não consegue nos deixar. Não depende de outro corpo, de nenhuma forma externa.
Na serenidade do estado de Presença (do Agora), podemos sentir a nossa própria realidade sem forma e sem tempo, que é a vida não manifesta que dá vitalidade à nossa forma física. Conseguimos, então, sentir essa mesma vida lá no fundo de outro ser humano, de cada criatura. Conseguimos enxergar além do opaco da forma e desunião. Esta é a realização da unidade. Isso é amor.”
Dedico com carinho esta página para Aneci e para Lu. Cito, em itálico à Veet Pramad.

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