Denso e Tenso e Louco

dezembro 21, 2010 brybru

Lembrei do Lemão, amigo de meu filho Guilherme. Tenso, tia, tenso.
Vamos lá…. Esse eu peço ajuda para os convidados…Acho que não dou conta.

“Estava em meu trabalho (de novo) e com ele meus dois amigos (Bia e Allen). Havia uma máquina de criar imagens e eu queria muito criar algo bonito para mandar pra uma outra pessoa que eu não tenho idéia de quem seja. Eu criava um monte de coisas bonitas e na hora de enviar descobria que o sistema daquela máquina não era compatível com os computadores. O Allen me dizia que eu deveria, ou usar a máquina do jeito que ela era e não encaminhar as imagens, ou pedir autorização à corporação que gerenciava o equipamento para que eles fizesse o envio das imagens. Trash! Não tenho idéia do que isso signifique. O ambiente era muito real. Um lugar claro, limpo. Digno de sonhos de planos intermediários. Aqueles planos e lugares do mundo das idéias, menos denso do que os planos astrais. Talvez o lugar onde os destinos são traçados. (Isso é mera especulação da minha parte).
Então eu saio desse ambiente e vou até um banheiro, que era a recepção do Pão de Açúcar ( o supermercado). Não um específico e conhecido. Mas era um da rede, típico deles, limpeza, atençao ao cliente. E os empregados do supermercado estavam limpando o chão e as bancadas e eles me diziam que aquele produto era muito bom para limpar certos tipos de superfície, mas não para outros. E começaram a me demonstrar o quanto o produto era bom para a bancada e não para o chão. Eu não via a diferença, apesar de olhar atentamente. Então eles acabaram o trabalho e fecharam a loja. E o ambiente de novo se tornou um banheiro, limpo e cheiroso. Ao olhar para o lado vi que havia um cãozinho latindo, latindo. Era um Pug, me lembrava a Anastácia, uma pug que adoraríamos ter adotado mas não foi possível. Alegre, festeiro e eu pensei que poderia levá-lo embora, já que ele estava sozinho. E a Mah, minha filha, iria adorar ter um Pug conosco. Saí desse lugar com o Pug e voltei para o ambiente de trabalho. Haviam pessoas estranhas agora, querendo atendimento e ao mesmo tempo fiscalizando o ambiente. Eram observadores. E eu sentia um ar de conspiração. o Pug foi se transformando em um bebê e eu sentia que devia protegê-lo daquelas pessoas. A ameaça foi ficando cada vez mais intensa e eu ia descobrindo que eram pessoas que faziam experiências com os outros. E horrorizada descobri que ele devoravam pessoas e que o bebê fora “fabricado” para ser servido cru.

IRL – Sei que aí tem coisa. Aspectos inconscientes que só Freud explica. Apesar de eu preferir o Jung. Não quero pensar agora. Cães, crianças, imagens, ambiente repetitivo com pessoas repetidas (esta semana sonhei duas vezes com este lugar e com meus amigos). Ameaças, observadores, conspiração. Parece The X files.
Deixo para meus amigos sonhadores a tarefa de me ajudarem…Tem coisas que é melhor a gente ignorar.

About os comentários

Pq a necessidade de mostrar ao outro uma figura bonita de ti? Quais os teus esqueletos de armário, quais segredos cabeludos, vergonha de que?

Juntando sonhos….As imagens que queremos projetar, ou melhor, que o Ego deseja projetar fazem parte do mundo manifestado. Tenho lido livros que falam sobre o despreendimento e sobre viver o Agora. Mas é inegável a presença do Ego inclusive como função de sobrevivência  humana. Aspecto egoístico, o Ego, tem como função manter a vida. A natureza não seria tão louca de inserir um elemento de desequilíbrio no todo dos seres. `

É inegável que desejo mostrar uma imagem. Quem não deseja? Talvez os mestres evoluídos, o que eu não sou, decididamente.  O que pode estar em desequilíbrio seria a idéia de mostrar uma imagem que não corresponda ao que se deseja dizer ou expressar, ou mostrar.

No sonho há uma incompatibilidade entre “programa” e necessidade de expressão / impressão (da imagem). Programas levam à programação, às idéias e formas de ser que usamos e aplicamos mas que foram idealizadas por outros. A programação de nossos pais, dos ideais sociais, dos desejos e expectativas dos outros em nossa relação.

Esqueletos no armário? Maybe…como todos nós…

E ainda bem que tenho, se fosse apenas a expressão cotidiana eu já estaria morta….é tudo tão no sense. Ou melhor…senso comum demais. Resumindo: Meu grande desejo é expressar quem deveras sou. Expressar como me sinto viva, inteira, completa. E  como é difícil de se mostrar coisas além da programação, do que se espera de nós: boa mãe, boa esposa e boa consumidora.

Quero ser e sou apenas uma linda mulher.

– Ambiente de trabalho: o q te aflige lá? Eu acho q sei. Um certo jovem q te fez acender por dentro e agora tens a necessidade de retomar o feminino q sempre obrigaste a “reter”. No mesmo sítio tb há o outro mais velho q tb mexeu com o teu orgulho. Afinal ele tem medo de assumir qq coisa contigo.

Isso se encaixaria mais nos “esqueletos no armário”. Poderia até ser isso mesmo. Creio que aqui também tem relação com as expectivas citadas no outro parágrafo. Para uma enfermeira que trabalhou tanto em áreas de risco, dedicando-se à transformação de vidas e de situações. Sem ter um tempo nem pra respirar durante alguns anos, estar neste novo espaço de trabalho, que de certa forma dificulta a  manifestação de um potencial enorme de realização profissional. Não que eu não agradeça todo dia pelo trabalho desejado…but… cuidar das pessoas com muitas necessidades é deveras muito gratificante. Acho que é missão de vida.

A angústia é essa…

E é isso mesmo. O ambiente de trabalho me traz a sensação de estar sendo “observada”, um lugar onde as possibilidades foram reduzidas, os projetos novos (a criança) de fidelidade aos meus princípios (o cão desejado) estão prestes a serem devorados, consumidos. Acho que é isso.

 

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2 Comments Add your own

  • 1. C.  |  dezembro 21, 2010 às 3:15 pm

    Porra, cachorro que vira criança. Você tá de fato ignorando mesmo.

  • 2. Aneci  |  dezembro 27, 2010 às 11:13 am

    Vamos por partes:
    1 – Pq a necessidade de mostrar ao outro uma figura bonita de ti? Quais os teus esqueletos de armário, quais segredos cabeludos, vergonha de que?
    E se não é possível enviar essa imagem é pq está mais que na hora de assumires perante tudo e todos o q és realmente: uma mulher forte com fraquezas. Mãe, dona de casa e lutadora mas q precisa de um ombro amigo para dividir o fardo da jornada diária. Não é preciso carrega-te no colo, apenas manter-se ao teu lado.
    2 – Ambiente de trabalho: o q te aflige lá? Eu acho q sei. Um certo jovem q te fez acender por dentro e agora tens a necessidade de retomar o feminino q sempre obrigaste a “reter”. No mesmo sítio tb há o outro mais velho q tb mexeu com o teu orgulho. Afinal ele tem medo de assumir qq coisa contigo.
    3 – O cachorro q vira criança: a confiança que se transforma em insegurança. Sentir-te amendrontada, não sei se essa seria a palavra mais certa, em estar num ambiente hostil e ter de proteger o que é teu.
    Acho q é nisso q posso ajudar.
    Bjs


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