Impressões sobre o futuro

dezembro 15, 2010 brybru

Ás vezes não sei me definir! Sonhadora? Bruxa? Romancista?

Sonhadora com certeza! No mais profundo sentido. No sentido Xamânico da missão: Sonhar pra si e para todos. Entender de cara a mensagem do sonho. Estabelecer conexões entre sonho e realidade física. Prever o que virá, o ruim e o bom. Foram muitos sonhos. O dom se manifestou com pequenos vislumbres do futuro. Vinham em forma estilizada, mas o sentimento era claro: morte, transformação. Era só sonhar com o dono da tecelagem na qual eu trabalhava estar tocando uma música fúnebre em um órgão, dentro da tecelagem, que se transformava em uma igreja, com bancos altos, que fatalmente alguém falecia. Foram 3 mortes assim. Me lembro que a primeira premonição foi recebida por mim com uma crise neurótica de riso. Eu tinha 13 anos. E só ria ao saber que teria que ir ao enterro daquele homem. Eu ria, ria demais. E nem sabia o porquê! E foram outros. A morte do Arthur. O nascimento da filha do Simão. A separação do Renato. A aprovação da Mah em uma avaliação. Sem citar todas as milhares de experiências pessoais. Lugares que eu iria trabalhar. Pessoas que eu iria conhecer, outras que eu iria reencontrar nesta vida.

Com certeza sonhadora!!

Bruxa! Minha jornada como tal foi meio maluca. Um tanto relapsa com meus rituais. Não muito adepta aos costumes, mas muito, muito caracteristicamente alquimista. Tudo o que toco vira ouro! Não no sentido literal, onde tudo que faço se transforma em dinheiro. Mas no sentido alquímico: tudo se trasnforma. Ordens estabelecidas, fartura pra muitas pessoas, cura pra outros. A Acupuntura, o Reiki, a Enfermagem. São tantos “causos”, mas aqui e agora não farei uma apologia. Estou apenas ponderando a respeito da minha identidade para tentar definir quem sou, e assim entender mais este sonho estranho do qual me acordaram hoje e com o qual permaneço intrigada.

Bruxa com certeza!

Romancista? Sem dúvida alguma! Adoro escrever! Minha primeira escolha para uma faculdade foi o curso de letras. Eu amava ler e escrever no momento da escolha. Conhecia todas as escolas literárias brasileiras e suas características. Amava poetas (e ainda amo) como Neruda, Clarisce Lispector entre tantos outros incontáveis. Escrevia, quando adolescente, uma poesia para cada situação vivida. Mas a vida (ou o Karma) me levou pelos caminhos da saúde. Nunca consegui, ou quis, concluir o curso e o ofício de escrever.

Sonhadora, bruxa e romancista! Realizo o  meu Ser neste Blog. Aqui sonho, me curo, auxilio no processo de cura alheio e romanceio. Tenho até medo de cansar meus leitores com tantos rodeios e floreios. Culpem meu anseio artístico. Ou melhor: Aceitem-o. Faz parte de meu ser!

E agora, um vislumbre do futuro!

“No sonho eu estava namorando um adolescente. Eu era a mesma mulher de 49 anos. Ele um adolescente. E eu me sentia a mulher mais amada do mundo. Feliz, feliz demais. Vivendo minha paixão com segurança e tranquilidade. Ele, um menino. Jogando com seus amigos as brincadeiras de iniciação à vida adulta.

A seguir me vejo conversando com uma “terapêuta”. Ela me falava coisas a respeito do moço. De como ele se referia a uma mulher do mesmo nome que o meu e como ele a amava. Tudo o que ele fazia, me contava ela, se referia a essa mulher. E ela estava procupada com essa situação. Eu, por minha vez, falava nas entrelinhas desse tipo de relação, da estranheza que me causava e colocava as minhas impressões a respeito de tudo, meio que deixava claro que eu era a mulher em questão. E ela meio que jogava verde pra obter minha confissão, que eu fiz chorando: – Claro que sou eu mesma, dizia! Eu queria contar, mas não conseguia. Eu não desejava esconder minha felicidade.

Nesse momento eu vi que a terapêuta era também vidente. E ela me alertava a respeito do irmão mais velho do moço. O quanto esse irmão iria atrapalhar a minha vida, mas que o meu maior receio deveria ser pelo bebê de 4 meses. Eu não tinha nenhum bebê no sonho. Senti que era uma premonição por parte dela e que em breve eu estaria grávida. E ela me alertava: cuidado com o bebê de 4 meses. Perguntei se havia a possibildade de procurar alguém para me orientar a respeito disso, se ela conhecia algum vidente que pudesse me auxiliar. E ela afirmava que não. As coisas seriam o que há muito tempo deveriam ser. Decidi, em sonho, ir fazer um café e perguntei se ela queria me ajudar. Ela disse ter que ir atender outra pessoa. E na cozinha um telefone começou a tocar. Tocava insistente e eu acreditava ser o menino me procurando. Fiquei desesperada para falar com o meu amor. E subia as escadas para achar o telefone no quarto, e ele não estava lá. Descia as escadas tentando encontrá-lo. E não o achava. Acordei com o telefone real me chamando na sala. Acordei com a impressão de ter visto algo do que virá.”

IRL – Estar apaixonada por um adolescente. Talvez seja meu amor pelo inconvencional. Eu diria não ser a pessoa mais tradicional do mundo. Ás vezes, quase sempre, sou a “chata”. A que questiona tudo. A que deseja transformar o mundo. E pior: sou convicta disso.

Estou vivendo atualmente uma fase de aparente calmaria. Me acostumando e querendo não lutar por muita trasformação. Eu acredito ser mais um aprendizado de como mudar a ordem estabelecida sem provocar sofrimento. Pra mim e para terceiros. Eu sempre fui uma “espalha brasa”. E, obviamente queimei muita gente e me queimei também. Fase de aprender a não brigar (muito).

Mas, o amor pelo não convencional é muito grande. Sempre me questiono: porque algumas coisas são como são. Por exemplo: atendemos nesta semana uma mulher com câncer de pulmão que foi a nosso serviço em busca de oxigênio, pois a caminho de sua casa, em função do trânsito infernal desta cidade infernal, o seu oxigênio estava acabando. Pronto! Figth! A guerra em mim começou, again.

Ela tem a minha idade. A mesma. Estava muito, muito definhada. Senti a sua energia vital se esvaindo. E o que mais me incomoda, sempre, é a permissão pessoal para esta situaçõo. E eu me questiono: Porque se permitem sofrer desta forma. São tantos, tantas pessoas em sofrimento, por esta doença que consome. Porque se permitem consumir. Será que não há escolha? Eu acredito e quero acreditar que existe escolha. Somos Co-criadores do Universo, filhos de Deus. Que tal criarmos fartura, prosperidade e saúde. Estamos todos interligados energeticamente. Que tal criarmos uma Matriz mental para um mundo melhor? Diminuir sofrimento. Criar felicidade ou ao menos alegria.

Outra batalha interna é a respeito do ambiente. Quando cheguei nesta cidade estava encantada com a grandiosidade de  seus prédios, a majestade de suas construções. Um kaleidoscópio de formas e estilos. Linda. A praça da Bandeira, linda! A Estação da Luz, linda! O Ibirapuera!

Mas ao mesmo tempo eu me perguntava: e a sujeira? E a poluição? E a pobreza infinita de tantos? As pessoas não percebem isso tudo? Eu me sinto deprimida com tantas adversidades. Será que os moradores se acostumaram com tudo isso? Como podem se acostumar? Cadê o poder de cada um?

Com certeza câncer e ambiente estão relacionados. Ambiente físico, mental e energético. A aura desta cidade está rota, e com ela, todos estão assim, um tanto destruídos.  Este é um exemplo de minhas batalhas.

Ao gerar este pensamento e estas questões crio uma onda de propagação, que através do insconsciente coletivo gera novas questões em novos sujeitos. A Tv faz muito bem isso. Pena que sua finalidade não seja criar fartura. Mais um round!

E, voltando ao moço, ele  representa um novo projeto, não muito convencional como a relação de uma mulher de 49 com um adolescente.

Acho que é isso: cansei de esconder minhas idéias a respeito da vida, do mundo manifesto e da eternidade. quero compartilhar o meu amor pelo não convencional. Dizer a todos que sou feliz por quem sou. Grata pelas batalhas.

E a curadora astral e vidente me avisa: cuidado com o novo projeto. você precisará ter cuidado com o  bebê de 4 meses. Quatro é o número da perfeição, no tarot terapêutico ele representa o Imperador. A ordem estabelecida, a segurança econômica, o pensamento. No momento atual, seria a preocupação com a sobrevivência material. Para o futuro indica minha necessidade de ser dona de minha vida, material e afetivamente. O que procede.

Então o meu projeto vida material pode estar ameaçado. Pelo irmão mais velho, normalmente o mais ponderado. O senso comum que não gosta do não convencional. A acomodação que pode destruir um grande amor. E existe vidência que dê conta de projetos de vida? Não, não há. Pode-se saber sobre eles, mas alguns projetos são auto designados espiritualmente antes de nascermos. Meio que “obras do destino”, o Ajustamento, a Justiça.

O café…amo café!  Meu único e verdadeiro vício. Já que tenho que viver algumas situações, deixa eu trazer prazer pra minha vida com um bom café. Adoça a minha alma!

E o telefone insistente. Elemento estranho ao sonho mas não menos importante. Sincronia do Astral onírico com a Realidade manifesta. Necessidade de ampliar a comunicação. Uma grande dificuldade a ser superada. Não acho a forma de expressar o meu amor, não encontro o telefone.

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3 Comments Add your own

  • 1. Aneci  |  dezembro 15, 2010 às 9:03 pm

    Talvez o adolecente seja algum discípulo a chegar. E o Bb de 4 meses seja uma alusão às fases da Lua. O café é para despertar-te de algo q vem ao teu encontro. Escadas, símbolos q entendes melhor q eu. Subiste para conquistar o telefone que tocava, desceste sem encontrar nd. Do que tens medo?

    • 2. brybru  |  dezembro 15, 2010 às 11:00 pm

      Perfeito!

  • 3. brybru  |  dezembro 15, 2010 às 10:59 pm


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